"Voltei para delinquir" (e eu para falar de conjugação verbal)

pixação São Paulo: conjugação verbal

Conjugar um verbo é o mesmo que “mudá-lo de forma” de acordo com um paradigma. Assim dizemos: eu amo, tu amas, ele/ela ama... e por aí vai. A forma do verbo amar varia segundo a pessoa (e pode variar, ainda, de acordo com número, modo, tempo e voz). Nem todos os verbos, contudo, se comportam tão bem assim dentro de um paradigma.

Verbos regulares e irregulares

Você deve lembrar que, além de verbos regulares (como amar), há também os verbos irregulares. Pense em crianças que estão em fase de adquirir a língua e dizem "eu sabo" e "eu ouvo". Esses verbos, chamados de irregulares, são aqueles que fogem do seu paradigma de conjugação. Note que "sabo" e "ouvo" são generalizações criadas a partir de verbos regulares de mesma terminação. Por exemplo, beber (eu bebo) e partir (eu parto), respectivamente.

Verbos defectivos e abundantes

Há também os verbos defectivos e os abundantes. Os defectivos (como o verbo da foto) não possuem todas as formas conjugadas dentro de um paradigma. Por exemplo, o verbo colorir apresenta a forma de terceira pessoa "ela colore", mas não a de primeira pessoa "eu coloro". Já os verbos abundantes, como o nome já sugere, têm mais de uma forma para expressar a mesma função. Um exemplo é o verbo pagar, que tem duas formas participiais: pagado e pago.

Para saber mais

Para quem tiver curiosidade em aprender mais, a Gramática de Bechara é uma fonte acessível de pesquisa sobre o assunto. Para quem tiver dúvida sobre conjugação e precisar de uma resposta rápida, já falamos sobre isso aqui! Uma consulta a um dicionário digital já resolve.